domingo, 12 de setembro de 2010
Ainda
Se aprende.Sempre vai ser assim, não importa quanto tempo irá demorar, quantas coisas irão mudar, quantas pessoas irão participar. Você sempre aprende, por bem, ou por mal.Isto é importante demais. Não apenas aquele velho papo de que "é errando que se aprende". É muito mais que isso, é quase um "sei que este caminho não vai dar em lugar algum". As vezes tudo aparenta ser mais dificil, isto tudo porque se pensa que realmente é dificil. As coisas ja mudaram tantas vezes pra mim, que hoje eu não posso dizer ao certo se estou na mesma direção desde quando começei.Prefiro ver o mundo deste meu geito mesmo, sem observar defeitos, mas sim prestar a atenção nas inumeras qualidades que em tudo existe. Faço parte de um objetivo traçado apenas por mim mesmo, e prefiro também não ser seguido. Apenas penso no melhor pra todos, e tento ver tudo com o lado mais positivo que se pode pensar, levo isso pro meu dia-a-dia, e sinto quando as pessoas se sentem bem com isso. É como um grande amigo meu fala. "As pessoas são carentes. Elas querem ouvir, o que você gostaria de ouvir no lugar delas." Criei , uma frase que da aquele 'UP' pra mim todos os dias. - A mudança positiva parte não da mente mais brilhante, mas sim de qualquer mente que tenha um coração puro.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Um relicário.
Mais uma bela paisagem de inverno, o gramado tomado pela fina camada branca de gelo, refletindo a luz do sol que ainda surgia devagar sobre as serras solitarias. O aroma de jasmim, dominava o lugar, como um pequeno toque a mais. Não se avistava nada que pudesse tirar a atençao, de todos os detalhes ali existente. Tudo agora, parecia interessante, algo que até algum tenpo atras era comum.O tempo parou. Ali tudo estava pelo dominio natural, sem haver nada que pudesse mudar isto. Havia apenas o som do vento, empurrava as folhas para o mesmo sentido que o sol ainda nascia.Soprava, depois parava e não se ouvia nem mesmo pássaros. Seguiu assim, até o sol se tornar mais forte, e sumir toda a paisagem branca que ainda existia ali. Em mente, não sabia ao certo oque tinha. Talvez memórias, talvez conceitos, talvez nada. De tanto não saber em o que pensava, ficou no 'nada'.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Mudou?
O tempo mudo , e passa rápido , apenas quando a gente não esta pensando nele. Ai, quando tu se da conta, já perdeu muita coisa, e viu que mudou milhões de vezes. Diferente de mim. Por que que eu nunca mudo? Por que que eu sou o mesmo cara ainda? mesmo aprendendo inúmeras coisas a mais, ainda sim, enxerga o mundo do mesmo jeito em que criou um conceito próprio, quando pode. Só que existe algumas diferenças. Aquilo que uma vez era difícil de superar e entender, hoje, é algo simples. E sou orgulhoso quanto a isso. Nada fez eu pegar medo, apenas fez acreditar , que pode dar errado, e que pode ser superado. Parece besteira, mas quando isso acontece com você, ai sim vai rolar uma preocupação master.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Ser o que não sou.
Não posso negar,eu estou irritado mesmo. Aconteceu alguns fatos ai que me tiraram do sério, literalmente. Eu ainda estou pensando em uma solução, mas realmente o 'eu' que conheço faria algo sem ao menos pensar. Estou dando uma chance a mim mesmo, parando pra pensar e revendo as coisas, olhando do lado menos pior digamos assim.Mas muita vezes me pego pensando no fato de ocorrer novamente sabe, de virar tudo uma tremenda mentira, eu me conheço perfeitamente, e sei que sou vingativo, mas estou tentando conter isso e resolver como pessoa normal. Mas realmente é algo que não faz parte de mim. Pelo menos não agir deste modo, relevando coisas, fingindo que foi apenas uma ocasião e que tudo será diferente. O fato é que estou tentando mudar. Não é fácil, pois sou assim , desde que me conheço. Outra pessoa no meu lugar , optaria pelo obvio, curtir o que tu tem na mão agora , ser aquilo que muitos dizem pra mim ser o que chama a atenção. Mas eu não quero procurar diversão , por causa do interesse dos outros em algo que tenho , mas sim , encontrar o que existe de sincero. So que hoje, eu não sei a resposta de nada, eu vou me concentrar eu prometo. Vou pensar , vou resolver, só não posso mudar.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Naquela noite de inverno.
Foi como se fosse hoje. O dia estava seco, soprava um vento cortante de sensação térmica beirando o 0° graus. Entardecia. Se via os últimos resquícios da luz solar por entre os prédios. Estava caminhando, sozinho, encolhido me protegendo do frio. Tinha em mãos um livro. Estava pensando longe, talvez em coisas que eu esqueci de fazer, ou simplesmente deixei para o próximo dia , e não conclui.Caminhando lentamente, e então avistei ela. Aquela menina pela qual eu não sabia o que falar quando avistava, aquela pela qual eu não sabia dizer o que sentia por ela. Mas estremeci. Um frio me tomou por inteiro, sentia as mãos quentes, mas o abdômen congelado. Ela se aproximava cada vez mais, e eu poderia ter todo o tempo do mundo , e nem assim , saberia o que dizer pra ela. Ela me viu. Sorriu brevemente, um sorriso sincero, e lindo. Não esbocei reação alguma,(pelo menos não percebi) apenas caminhei ao encontro dela.
-"oi como tu ta?" disse ela.
fiquei por silencio , 2 segundos talvez, na minha mente foram uma eternidade.Fiquei com medo de parecer um grande idiota na frente dela (e era a ultima coisa que ela pensava sobre mim).
-"dalhe, estou bem e voce guria? estava sumida hein!?!" respondi.quase como jogando as palavras de qualquer geito.
-"magina! voce que estava! olha so , esta com tempo agora? poderiamos tomar um café, conversar sobre os velhos tempos!"
Tive uma sensação boa. Talvez uma sensação de se auto-aquecer.
-"claro porque não ? " respondi co uma calma incrível.
Fomos ate uma cafeteria que tinha a mais ou menos 2 quadras de onde nos encontramos.Sentamos, pedimos capuccino ,ela largou sua bolsa, e alguns livros em cima da mesa, estava com uma aparência muito diferente, desde a ultima vez que nos encontramos.
Conversamos cerca de 2 horas. Realmente, não faltava assunto , ou nos deixava entediados aquela nossa conversa. Foi quando falei pra ela, que eu não sabia o que eu realmente sentia por ela, as vezes era uma coisa, as vezes outra. O frio na barriga era incontrolável. Foi quando ela disse:
-" Somos iguais então. Se voce não falasse isto, eu falaria. As vezes faço coisas apenas para testar a mim mesmo, se realmente estou sentindo algo. e estou."
Aquilo me deixou confuso. Por nenhum momento aquilo me soou com alegria. Apenas vi que , estávamos perto talvez de uma solução. Mentira. Logo ela me falou , que iria embora da cidade, disse que demoramos talvez demais para perceber o que existia entre a gente.
Aquela, foi a primeira vez que lidei com uma das maiores dores que existem. A saudade. E postei isto, talvez por medo de sentir novamente, já que ficarei um tempinho longe da minha namorada. So não quero lembrar de como é essa dor, porque lembro apenas de que eu não sabia o que fazer.
Amor não dói.O que dói, são as consequências dele.
-"oi como tu ta?" disse ela.
fiquei por silencio , 2 segundos talvez, na minha mente foram uma eternidade.Fiquei com medo de parecer um grande idiota na frente dela (e era a ultima coisa que ela pensava sobre mim).
-"dalhe, estou bem e voce guria? estava sumida hein!?!" respondi.quase como jogando as palavras de qualquer geito.
-"magina! voce que estava! olha so , esta com tempo agora? poderiamos tomar um café, conversar sobre os velhos tempos!"
Tive uma sensação boa. Talvez uma sensação de se auto-aquecer.
-"claro porque não ? " respondi co uma calma incrível.
Fomos ate uma cafeteria que tinha a mais ou menos 2 quadras de onde nos encontramos.Sentamos, pedimos capuccino ,ela largou sua bolsa, e alguns livros em cima da mesa, estava com uma aparência muito diferente, desde a ultima vez que nos encontramos.
Conversamos cerca de 2 horas. Realmente, não faltava assunto , ou nos deixava entediados aquela nossa conversa. Foi quando falei pra ela, que eu não sabia o que eu realmente sentia por ela, as vezes era uma coisa, as vezes outra. O frio na barriga era incontrolável. Foi quando ela disse:
-" Somos iguais então. Se voce não falasse isto, eu falaria. As vezes faço coisas apenas para testar a mim mesmo, se realmente estou sentindo algo. e estou."
Aquilo me deixou confuso. Por nenhum momento aquilo me soou com alegria. Apenas vi que , estávamos perto talvez de uma solução. Mentira. Logo ela me falou , que iria embora da cidade, disse que demoramos talvez demais para perceber o que existia entre a gente.
Aquela, foi a primeira vez que lidei com uma das maiores dores que existem. A saudade. E postei isto, talvez por medo de sentir novamente, já que ficarei um tempinho longe da minha namorada. So não quero lembrar de como é essa dor, porque lembro apenas de que eu não sabia o que fazer.
Amor não dói.O que dói, são as consequências dele.
domingo, 4 de julho de 2010
Seguir.
Estive estes dias , pensando em algo que as vezes é dificil de conversar com alguem. Muitas pessoas preferem abafar , e tentar nao se preocupar com isso , mesmo sabendo que é inevitavel. Sim, a Morte. Perece que corre um arrepio na espinha quando voce pensa que em algum dia, voce vai perder uma pessoa que ama. Mas este post vou dedicar a uma historia, que eu mesmo vi, que se ocorreu com uma pessoa conhecida.
Era inverno de 2005 fazia 4 graus naquela manhã de quarta-feira. Estava eu descendo do onibus, indo para o colégio. Cheguei ao imenso portao principal, havia um grupo de meninas com ficharios nas maos que conversavam algo relacionado a alguma nova fofoca escolar. Eu estava ainda meio adaptando me ao dia, estava com muito sono. Avistei na entrada do segundo portao um amigo. Logo, cumprimentei-o e entrei me dirigindo a sala. Percebi que ele estava agitado, talvez meio apreencivel com algo. Cheguei na sala de aula, esperava a aula de matemática. E assim foi. Chegou o recreio. Logo quando desci as escadarias da escolo, avistei o mesmo amigo da entrada, desta vez sentado, e bem abatido.
- dai cara!- eu disse.
- e ae.-respondei ele com a voz baixa e sem muito animo.
-aconteceu alguma coisa?
- apenas fim de namoro carinha, so isso-respondeu.
Apos ele me contar toda a historia que aconteceu, percebi que realmente ele ainda gostava muito da garota. Nao me atrevi a mais detalhes, apenas tentei ajudar no seu problema. Mas, ele estava disposto a esquecer ela, mas usava um método estranho. Tipo um , "espero que morra!". Quando o assunto do seu relacionamento ficou mais fraco, ia puxar algum assunto sobre futebol, quando tocou o sinal. Fui para a sala de aula, ainda pensativo no problema do rapaz, pensando nao em ajuda-lo , mas em o que eu faria se fosse comigo...
Passou entao 1 semana, e eu estava no patio da escola com alguns amigos, quando aquele meu amigo apareceu, dizendo algo que ia embora da cidade. Ocorreu no grupo aquele sentimento de perda de um grande amigo , mas nada tão afetivo assim.
Poisé, ouve algo mais afetivo , quando 2 semanas apos sua saida da escola recebemos a noticia de que ele sofrera um acidente, e havia morrido. Parecia tao estranho, so assim , a gente percebeu a falta da presença dele. Talvez, isso uniu ainda mais o nosso grupo de amigos, de saber, que nao era por causa que éramos jovens que estavamos livre do fato de ter que partir daqui. Aquilo para mim , foi o maior ensinamento que ja tive. De saber valorizar nao so a pessoa, mas a presença dela, de saber que o ser humano é tao especial.
Termino , com uma frase de um amigo, que talvez seja meu hino de vida. " Valorizo tudo. Mas tudo que venha de uma pessoa, e que seja sincero. O que não podemos, é demorar pra perceber, o quanto as pessoas pode fazer falta."
Era inverno de 2005 fazia 4 graus naquela manhã de quarta-feira. Estava eu descendo do onibus, indo para o colégio. Cheguei ao imenso portao principal, havia um grupo de meninas com ficharios nas maos que conversavam algo relacionado a alguma nova fofoca escolar. Eu estava ainda meio adaptando me ao dia, estava com muito sono. Avistei na entrada do segundo portao um amigo. Logo, cumprimentei-o e entrei me dirigindo a sala. Percebi que ele estava agitado, talvez meio apreencivel com algo. Cheguei na sala de aula, esperava a aula de matemática. E assim foi. Chegou o recreio. Logo quando desci as escadarias da escolo, avistei o mesmo amigo da entrada, desta vez sentado, e bem abatido.
- dai cara!- eu disse.
- e ae.-respondei ele com a voz baixa e sem muito animo.
-aconteceu alguma coisa?
- apenas fim de namoro carinha, so isso-respondeu.
Apos ele me contar toda a historia que aconteceu, percebi que realmente ele ainda gostava muito da garota. Nao me atrevi a mais detalhes, apenas tentei ajudar no seu problema. Mas, ele estava disposto a esquecer ela, mas usava um método estranho. Tipo um , "espero que morra!". Quando o assunto do seu relacionamento ficou mais fraco, ia puxar algum assunto sobre futebol, quando tocou o sinal. Fui para a sala de aula, ainda pensativo no problema do rapaz, pensando nao em ajuda-lo , mas em o que eu faria se fosse comigo...
Passou entao 1 semana, e eu estava no patio da escola com alguns amigos, quando aquele meu amigo apareceu, dizendo algo que ia embora da cidade. Ocorreu no grupo aquele sentimento de perda de um grande amigo , mas nada tão afetivo assim.
Poisé, ouve algo mais afetivo , quando 2 semanas apos sua saida da escola recebemos a noticia de que ele sofrera um acidente, e havia morrido. Parecia tao estranho, so assim , a gente percebeu a falta da presença dele. Talvez, isso uniu ainda mais o nosso grupo de amigos, de saber, que nao era por causa que éramos jovens que estavamos livre do fato de ter que partir daqui. Aquilo para mim , foi o maior ensinamento que ja tive. De saber valorizar nao so a pessoa, mas a presença dela, de saber que o ser humano é tao especial.
Termino , com uma frase de um amigo, que talvez seja meu hino de vida. " Valorizo tudo. Mas tudo que venha de uma pessoa, e que seja sincero. O que não podemos, é demorar pra perceber, o quanto as pessoas pode fazer falta."
Assinar:
Postagens (Atom)
